A investigação sobre o desaparecimento de uma família em Cachoeirinha avançou com a ampliação das frentes de apuração, segundo informações publicadas pelo G1. Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, não são vistos desde janeiro.
De acordo com o portal, a Brigada Militar passou a atuar no caso por meio da Corregedoria da corporação, em uma apuração paralela à investigação conduzida pela Polícia Civil. A participação do órgão interno levanta a suspeita de possível envolvimento de um policial militar, embora não tenham sido divulgadas informações oficiais sobre a identidade ou o grau de participação do agente.
Conforme relatado pelo G1, a Corregedoria tem como atribuição fiscalizar a conduta de brigadianos e apurar eventuais infrações disciplinares ou criminais, enquanto a Polícia Civil segue responsável pelo inquérito principal sobre o desaparecimento.
Ainda segundo o portal, o delegado responsável informou nesta segunda-feira (9) que novas pessoas devem ser ouvidas ao longo da semana e que a investigação aguarda a conclusão de laudos periciais realizados em imóveis, veículos e imagens de câmeras de segurança. Um telefone celular localizado nas proximidades da residência dos idosos também foi recolhido e encaminhado para perícia.
A Polícia Civil não divulga detalhes sobre as perícias já realizadas. Até o momento, não há confirmação sobre o que ocorreu com a família, e a principal linha de investigação considera a hipótese de crime, como homicídio ou cárcere privado.
